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24
Jan22

Jerusalém

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SINOPSE
 

Jerusalém é capital de dois povos, lugar santo para três religiões, é o cenário destinado ao dia do Juízo Final, o campo de batalha do atual choque de civilizações.
Como foi que esta pequena e longínqua cidade veio a ser a Cidade Santa, o «centro do mundo», e é hoje um elemento essencial da paz no Médio Oriente?
Recorrendo a novos arquivos, a publicações recentes, aos documentos da sua família e à investigação de toda uma vida, Simon Sebag Montefiore revela-nos, nesta edição revista e aumentada, as muitas encarnações desta cidade em permanente mutação.

Através das suas guerras, dos casos amorosos e das revelações dos homens e das mulheres reis, imperatrizes, profetas, poetas, santos, conquistadores e prostitutas que criaram e destruíram Jerusalém, que se dedicaram à cidade e dela fizeram as crónicas. Para além das muitas pessoas comuns, encontramos no elenco desta história nomes como Salomão, Saladino e Suleimão, o Magnífico, Cleópatra, Calígula e Winston Churchill; Abraão, Jesus e Maomé; Mark Twain, Rasputine ou Lawrence da Arábia.

Desde o rei David até Donald Trump, desde o nascimento do judaísmo, do cristianismo e do islão até ao conflito israelo-palestiniano, este livro é uma narrativa épica e apaixonante de 3000 anos de fé, de matanças, de fanatismo e de coexistência. A história de como Jerusalém se tornou Jerusalém, a única cidade que existe duas vezes: no céu e na terra.

 

Simon Sebag Montefiore nasceu em 1965 e cursou história na Universidade de Cambridge. Catherine the Great and Potemkin foi incluído na lista final dos Prémios Samuel JohnsonDuff Cooper e Marsh BiographyEstaline, a corte do Czar Vermelho ganhou o History Book of the Year Prize dos British Books AwardsO jovem Estaline foi agraciado com o Costa Biography Award (Reino Unido), com o LA Times Book Prize for Biography (Estados Unidos), com Le Grand Prix de la Biographie Politique (França) e com o Kreisky Prize for Political Literature (Áustria). Montefiore, que é ainda autor de um romance, Sashenka, tem os seus livros traduzidos em mais de 35 línguas. Membro da Royal Society of Literature, Simon Montefiore vive em Londres com a mulher, a romancista Santa Montefiore, e as duas filhas do casal.

14
Dez21

A Cidade de Vapor

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SINOPSE

«Sou capaz de evocar rostos de miúdos do Barrio de la Ribera com que por vezes brincava ou lutava na rua, mas nenhum que me quisesse resgatar do país da indiferença. Nenhum, exceto o de Blanca.»

Um rapaz decide tornar-se escritor ao descobrir que as suas invenções despertam um pouco mais de interesse por parte da menina rica que lhe roubou o coração.
Um arquiteto foge de Constantinopla com os planos de uma biblioteca inexpugnável. Um estranho cavaleiro tenta Cervantes a escrever um livro como nunca existiu. E Gaudí, a caminho de um misterioso encontro em Nova Iorque, deleita-se com a luz e o vapor, a matéria de que deveriam ser feitas as cidades.

CARLOS RUIZ ZAFÓN

Carlos Ruiz Zafón (1964-2020) é um dos autores mais lidos e reconhecidos em todo o mundo. Iniciou a sua carreira literária em 1993, com O Príncipe da Neblina (Prémio Edebé), a que se seguem O Palácio da Meia-Noite, As Luzes de Setembro e Marina. Em 2001 é publicado o seu primeiro romance para adultos, A Sombra do Vento, que rapidamente se transforma num fenómeno literário internacional. Com O Jogo do Anjo, em 2008, regressa ao universo de O Cemitério dos Livros Esquecidos, que continua em O Prisioneiro do Céu, em 2012, e que finaliza a tetralogia com O Labirinto dos Espíritos, em 2016. As suas obras foram traduzidas em mais de 50 línguas e conquistaram numerosos prémios e milhões de leitores nos 5 continentes.

 

19
Nov21

Ismael e Chopin

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«Os homens são estranhos, Ismael. Nem sempre escolhem o que mais gostam, aquilo que os faz ser felizes.»

Ismael é um coelho bravo que vive no bosque. Dos seus 51 irmãos, foi ele o escolhido pelo pai, o respeitado Coelho Maltese, para ficar junto de si e aprender tudo o que ele tinha para ensinar: todos os segredos do bosque, todos os segredos do mundo. A Ismael, o pai aconselha-o, entre outras coisas, a ter cuidado com os homens, esses bichos inteligentes que escrevem a língua que falam. Mal sabe Coelho Maltese que a abertura ao mundo o levará a conhecer a música e, sobretudo, a figura memorável de um jovem músico chamado Chopin.

Já doente, Chopin refugiou-se numa casa meio abandonada, e passa os dias a tossir; quando chega a noite, senta-se ao piano e toca. Aos poucos, atraído pela música grandiosa, Ismael perde a timidez inicial e, cheio de cautelas, vai-se aventurando. Ao ser descoberto, e directamente interpelado pelo genial pianista, o coelhinho bravo descai-se e revela o seu dom, apesar de ter prometido ao pai que nunca o faria. Sim, porque Ismael tem um dom: consegue entender a língua humana e, mais, fazer-se entender através da nossa linguagem de homens.

O que poderá resultar de tão singular e tocante relacionamento?

 

Miguel Sousa Tavares licenciou-se em Direito. Viria a abandonar a advocacia pelo jornalismo e, mais tarde, o jornalismo pela escrita literária e pelo comentário. Trabalhou em jornais, revistas e televisão, tendo conquistado diversos prémios como repórter, entre os quais o Grande Prémio de Jornalismo do Clube Português de Imprensa e o Tucano de Ouro,1º Prémio de reportagem televisiva no FestRio-Festival de Televisão e Cinema do Rio de Janeiro.
Seria um dos fundadores da revista Grande Reportagem, que dirigiu durante dez anos, tornando-a uma marca de referência no panorama jornalístico português. Como comentador político mantém, há vinte anos, uma presença constante - hoje na SIC e no jornal Expresso - ,em que a sua reconhecida independência arrasta fiéis e acumula inimigos.
Depois de incursões no domínio da literatura infantil e de viagens, estreou-se na ficção com Não de deixarei morrer, David Crockett, um conjunto de contos e textos dispersos. Em 2010, publicou o seu primeiro romance, Equador, que vendeu mais de 400.000 exemplares em Portugal, estando ainda traduzido em 12 línguas e editado em cerca de 30 países, com adaptação televisa em Portugal e no Brasil.

19
Nov21

Ashenden - O Agente Britânico

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Quando a I Guerra Mundial rebentou, em 1914, W. Somerset Maugham viajou para a Suíça com o pretexto de terminar uma peça de teatro. Na realidade, fora destacado pelos serviços secretos britânicos para realizar uma missão de espionagem. Escritor famoso, cosmopolita e poliglota, Maugham apreciava o lado inesperado, romântico e ridículo da vida, características que faziam dele o espião perfeito. Sob o disfarce da sua profissão, viajou livremente pela Europa e participou em inúmeras missões. 
Ao escrever Ashenden – O Agente Britânico, Somerset Maugham relata de forma ficcionada esse período exuberante, tenso e fascinante da sua vida. O agente Ashenden é o seu alter ego e segue um percurso quase idêntico ao seu, repleto de situações perigosas, decisões difíceis e personagens insólitas, como a velha governanta de um príncipe egípcio, um mexicano calvo e um encantador inglês com uma paixão por flores.

 

William Somerset Maugham, filho de pais ingleses a viverem em França, nasceu em 1874, na embaixada britânica de Paris, de modo a escapar à obrigatoriedade de cumprir serviço militar imposta a todos os cidadãos nascidos em solo francês. Dramaturgo e romancista, antes de deflagrar a Primeira Guerra Mundial, Maugham já havia publicado dez romances e igual número de peças de teatro da sua autoria haviam subido a palco. Rapidamente se tornou um dos mais célebres escritores do seu tempo, e também um dos mais bem pagos. Quando ficou órfão de ambos os pais, antes de completar dez anos, foi enviado para Inglaterra, permanecendo ao cuidado de um tio. Mudou de país e mudou de língua – a adaptação não decorreu pacificamente. Com dezasseis anos, convenceu o tio a deixá-lo estudar na Alemanha, onde se dedicaria à literatura, à filosofia e à língua alemã. Aqui assumiria a sua bissexualidade, tendo a primeira relação homossexual, e aqui escreveria o seu primeiro livro, uma biografia do compositor Giacomo Meyerbeer. Quando regressou a Inglaterra, Somerset Maugham já tinha a certeza de que queria ser escritor. Durante a Primeira Guerra Mundial, o escritor viajou pela Índia e pelo Sudeste Asiático, experiência que lhe serviu de mote para várias obras. Entre os seus livros mais notáveis, encontram-se Servidão HumanaO Fio da Navalha e A Carta. Somerset Maugham morreu na sua casa do Sul de França em 1965, e as suas cinzas foram espalhadas perto da Biblioteca Maugham, em Inglaterra.

02
Nov21

Herança

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de Vigdis Hjorth 

SINOPSE
 

Quatro irmãos. Duas casas de férias. Um segredo. Há vinte anos que Bergljot se mantém fora da órbita da família, mas, quando uma disputa em torno do testamento dos pais sobe de tom, ela não poderá ficar calada. Ambos vivos, os pais decidem deixar duas casas de veraneio às suas irmãs, deserdando de uma parte importante do património da família os dois filhos mais velhos. Visto de fora, este é um simples caso de favoritismo. Bergljot, que vive desde a infância com um segredo terrível, faz contudo uma leitura diferente: para ela, esta é a derradeira estocada para acabar com a verdade, o último insulto às vítimas. Herança é um romance lírico sobre trauma e memória, sobre sobrevivência e força. Controverso, caminhando entre realidade e ficção, este foi um dos maiores êxitos da literatura norueguesa dos últimos anos, granjeando a Vigdis Hjorth múltiplos prémios e traduções da sua obra para mais de vinte línguas.

 

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Vigdis Hjorth nasceu a 19 de julho de 1959, em Oslo, e é autora de mais de uma dúzia de romances. Formada em Filosofia, Literatura e Ciência Política, publicou a sua primeira obra em 1983. Com Herança ganhou o Prémio da Crítica Norueguesa para Literatura e o Prémio dos Livreiros Noruegueses, tendo sido também selecionada nos Estados Unidos da América para o National Book Award for Translated Literature. Vive em Asker, nas proximidades de Oslo.

 

 

 

 

20
Ago21

A Pérola que Partiu a Concha

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SINOPSE
 

Cabul, 2007. com um pai toxicodependente e sem um único irmão, Rahima e as irmãs só podem frequentar a escola esporadicamente e mal lhes é permitido sair de casa.

A Rahima, resta a esperança proporcionada pela bacha posh, uma prática antiga através da qual as raparigas podem ser tratadas como rapazes, e adotar o seu comportamento, até terem idade para casar. Como filho, ela pode ir à escola, ao mercado e sair à rua para acompanhar as irmãs mais velhas. Rahima não é a primeira da família a seguir esta prática pouco comum.

Shekiba, sua trisavó, já o fizera um século antes para tentar salvar-se. Os destinos das duas cruzam-se numa história, ao mesmo tempo, bela e triste que nos fala da condição feminina num ambiente hostil. o que acontecerá a Rahima quando tiver idade para se casar? Como sobreviverá? e Shekiba, terá ela conseguido construir uma vida nova e mais digna?

Nadia Hashimi

Nadia Hashimi, de origem afegã, nasceu e cresceu nos EUA.
Os seus pais abandonaram o Afeganistão na década de setenta, antes da invasão soviética.
É formada em Biologia e em Medicina, com especialização em Pediatria.
Depois de completada a formação em Medicina, conciliou a escrita com a sua profissão e estreou -se com o bestseller A Pérola que Partiu a Concha, que tem os direitos vendidos para mais de dez países.
Vive com o marido e os seus quatro filhos em Washington, D.C.

30
Jun21

Pedro Páramo

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SINOPSE
 


Em 2017 celebrou-se em todo o mundo o centenário do nascimento de Juan Rulfo.

«Álvaro Mutis subiu, a passos largos, os sete pisos da minha casa com um pacote de livros, separou do monte o mais pequeno e curto e disse-me, morto de riso:
— Leia isto, carago, para que aprenda!
Era Pedro Páramo.
Nessa noite não consegui adormecer enquanto não terminei a segunda leitura. Nunca, desde a noite tremenda em que li A Metamorfose, de Kafka, numa lúgubre pensão para estudantes em Bogotá — quase dez anos antes —, eu sofrera semelhante comoção (…).
Não são muito mais de 300 páginas, mas são quase tantas, e creio que tão perduráveis, como aquelas que conhecemos de Sófocles.»
Do texto introdutório de Gabriel García Márquez, Prémio Nobel de Literatura

A obra de Juan Rulfo influenciou de forma decisiva autores distinguidos com o Prémio Nobel de Literatura, como Gabriel García Márquez e Octávio Paz.

 

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Juan Rulfo (1918-1986), escritor mexicano, é sem dúvida um dos maiores nomes da literatura mundial. Com apenas uma novela e um livro de contos publicados, "Pedro Páramo" e "El Llano em Llamas" (A Planície em Chamas), foi um dos escritores que mais contribuíram para a renovação da literatura hispano-americana, merecendo o elogio e a admiração de escritores como Jorge Luís Borges, que lhe dedicou um capítulo na sua famosa "Biblioteca Pessoal", ou Júlio Cortázar, entre outros.

 

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A aldeia fantasma onde Juan Rulfo situou o seu célebre romance Pedro Páramo existe. "Vim a Comala porque me disseram que aqui vivia o meu pai, um tal de Pedro Páramo". É um município rodeado de bosques no pequeno Estado de Colima, a uns 160 quilómetros a sul de Guadalajara.

 

09
Jun21

A Vida Secreta das Árvores

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A Vida Secreta das Árvores

De Peter Wohlleben 

SINOPSE

Acontecem coisas espantosas na floresta: árvores que comunicam entre si (enviando sinais elétricos através de uma rede subterrânea de fungos). Árvores que cuidam não só dos seus rebentos como também dos seus «vizinhos» doentes e velhos ou órfãos.
Árvores que têm sensibilidade, sentimentos e memórias. Incrível? Mas é verdade! O silvicultor Peter Wohlleben conta histórias fascinantes sobre as espantosas e pouco conhecidas caraterísticas das árvores. Com base não só nas descobertas científicas mais recentes, como também na sua própria experiência de vida na floresta, partilha com o leitor todo um mundo até agora desconhecido. Uma fascinante viagem pela vida secreta das florestas que é ao mesmo tempo uma verdadeira inspiração ecológica e nos leva a repensar a relação do homem com a natureza.

 

Peter Wohlleben nasceu em Bona, em 1964. Depois de concluir os estudos secundários, iniciou uma carreira profissional como guarda florestal no sudoeste da Alemanha, o que não o impediu de prosseguir os estudos, vindo a licenciar-se, em 1987, pela Universidade de Rothenburg. Tornou-se um engenheiro florestal particularmente notado pela atenção e preocupação que tem dedicado à proteção da natureza, nomeadamente à preservação das florestas, às quais sempre se manteve profissionalmente ligado. A sua excecional capacidade para comunicar conceitos técnicos e científicos numa linguagem acessível deram-lhe reconhecimento público quer como apresentador de um popular programa de televisão, quer como autor de vários livros sobre silvicultura e ecologia que, no seu conjunto, venderam já perto de um milhão de exemplares só na Alemanha e se encontram publicados em mais de 40 países.

 

https://youtu.be/DBRg-2N3sMI

 

 

09
Jun21

O Homem Que Plantava Árvores

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O Homem Que Plantava Árvores

de Jean Giono

SINOPSE

Inspirado em acontecimentos verdadeiros, traduzido em diversas línguas e largamente difundido pelo mundo inteiro,  O Homem Que Plantava Árvores é uma história inesquecível sobre o poder que o ser humano tem de influenciar o mundo à sua volta.
Narra a vida de um homem e o seu esforço solitário, constante e paciente, para fazer do sítio onde vive um lugar especial.
Com as suas próprias mãos e uma generosidade sem limites, desconsiderando o tamanho dos obstáculos, faz, do nada, surgir uma floresta inteira - com um ecossistema rico e sustentável.
É um livro admirável que nos mostra como um homem humilde e insignificante aos olhos da sociedade, a viver longe do mundo e usando apenas os seus próprios meios, consegue reflorestar sozinho uma das regiões mais inóspitas e áridas de França.

 

 

Jean Giono (1895-1970), filho de um sapateiro e de uma lavadeira, era bancário e leitor compulsivo dos clássicos. Sem terminar o liceu, tornou-se um dos grandes escritores franceses da sua geração.
Obrigado a combater na Primeira Guerra Mundial, a experiência devastadora do conflito marcou-o profundamente, e Giono tornou-se um dos mais destacados representantes do Mouvement du Contadour, um grupo pacifista que condenava a natureza bélica da civilização moderna. A causa do pacifismo levou-o à cadeia quando, no início da Segunda Guerra Mundial, se recusou a combater.
O Homem Que Plantava Árvores, o seu livro mais traduzido, que se tornou um fenómeno global, recebeu o Prémio Brentano, o Prémio Mónaco e a Legião de Honra.

 

 

15
Abr21

Uma Vida no Nosso Planeta

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SINOPSE

«Para a vida prosperar neste planeta, tem de existir uma imensa biodiversidade. Só quando milhares de milhões de organismos conseguem tirar o máximo partido de cada recurso e oportunidade que encontram, e só quando milhões de espécies vivem vidas que se interligam de modo a sustentarem-se umas às outras é que o planeta pode funcionar com eficiência. Quanto maior for a biodiversidade, mais segura será toda a vida na Terra, incluindo nós próprios. Contudo, o modo como nós, seres humanos, vivemos hoje na Terra está a colocar a biodiversidade em declínio. O mundo natural está a desaparecer aos poucos. As provas estão por toda a parte. Aconteceu durante a minha vida. Eu vi com os meus próprios olhos. E irá levar à nossa destruição. Contudo, ainda há tempo para desligar o reator. Existe uma boa alternativa. Este livro é a história de como chegámos aqui, do nosso grande erro e de como, se agirmos já, podemos corrigi-lo.»

 

BIOGRAFIA

Sir David Attenborough é um naturalista cuja carreira televisiva está agora na sua sétima década. Depois de estudar Ciências Naturais em Cambridge e de uma breve passagem pela edição, foi trabalhar para a BBC, onde chegou a diretor de programas. Desde o lançamento da sua famosa série televisiva Zoo Quest em 1954, pesquisou quase todos os aspetos da vida na Terra e transformou-os em múltiplos documentários de divulgação científica. O mais recente programa, Planeta Terra II, foi o documentário sobre a natureza com a maior audiência de todos os tempos.

 

https://youtu.be/0ec6rkMXV0M

 

 

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