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sapocris

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12
Out20

A Cidade das Mulheres

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SINOPSE

No Verão de 1940, aos 19 anos, empurrada pelo desespero dos pais, Vivian Morris chega a Manhattan levando consigo apenas uma mala e uma máquina de costura. Embora pouco apreciados na prestigiada Faculdade de Vassar, o seu especial talento com as agulhas e a sua dedicação para lograr o penteado perfeito acabaram por transformá-la na estilista estrela de Lily Playhouse, o decadente teatro de variedades da sua nada convencional tia Peg.

Apesar da guerra, os dias em Nova Iorque são tudo menos aborrecidos. Nesta cidade das mulheres, Vivian e as suas amigas tentam ser livres e beber a vida até à última gota. Mas ela também descobrirá que tem lições para aprender e amargos erros para cometer e que, para viver a vida que verdadeiramente deseja, terá de se reinventar a cada passo.

ELIZABETH GILBERT

Elizabeth Gilbert nasceu no Connecticut em 1969. É autora de Pilgrims, uma coleção de contos nomeada para o prémio PEN/Hemingway, de Stern Man e de The Last American Man, nomeado para o National Book Award e para o National Book Critics Circle. Trabalhou na revista GQ e foi nomeada três vezes para o prémio National Magazine pela peculiaridade da sua escrita. Vive em Nova Jérsia com o marido, e está a prepar o seu próximo livro, acerca do casamento.

Muito Bom!

 

 

03
Jun20

Uma Família quase normal

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SINOPSE

Stella é uma adolescente comum, de uma família honesta. O pai, Adam, é pastor da Igreja da Suécia, respeitado e de uma moral irrepreensível, casado com Ulrika, advogada de defesa.

Os Sandell são a família perfeita, até que Stella é acusada do assassinato brutal de um homem muito mais velho, Christopher Olsen. Mas que motivo poderia ela ter para conhecer um homem de negócios obscuro, quanto mais para o matar? Tudo não deve passar de um erro terrível.

Neste emocionante thriller, o magistral contador de histórias Mattias Edvardsson arquitecta uma teia na qual todos se envolvem e nada é o que parece. A história de um crime e a destruição de uma família é contada através de uma estrutura incomum de três partes que mantém o leitor a questionar tudo e todos. Tudo é virado do avesso à medida que a perspectiva muda, uma nova voz assume o controlo e novas sombras são lançadas na luz.

 

Mattias Edvardsson

Mattias Edvardsson é escritor e professor na Suécia. O seu romance de suspense psicológico,  Uma Família Quase Normal, publicado em mais de 30 línguas, é um grande sucesso de vendas e da crítica em todos os países onde já foi publicado. Thriller recomendado pelo The New York Times

21
Mai20

Dia da Espiga

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Dia da espiga

Hoje celebra-se o Dia da Espiga, um costume popular que se festeja sempre na quinta-feira da Ascensão, sendo por isso móvel.

A quinta-feira de Ascensão celebra a subida de Jesus ao Céu, quarenta dias depois de ter ressuscitado. Quarenta dias depois da Ressurreição, Jesus apareceu pela última vez aos seus discípulos, em Jerusalém, e levou-os ao Monte das Oliveiras. Depois de lhes ter renovado a promessa do Espírito Santo, ergueu as mãos ao céu e abençoou-os. Depois, começou a elevar-se no ar e desapareceu. Então, apareceram dois anjos a anunciar que Jesus regressaria. Os discípulos deixaram o Monte das Oliveiras e regressaram a Jerusalém.

Acredita-se que este costume nasceu de um antigo ritual cristão, de abençoar os primeiros frutos do ano.

Por ter uma ligação com a Natureza, pensa-se que este costume vem de ainda mais atrás no tempo, estando ligado a antigas tradições pagãs associadas às festas da deusa Flora que aconteciam por esta altura e às quais se mantém ligada à tradição dos Maios e das Maias.

O dia da espiga era também o "dia da hora" e considerado "o dia mais santo do ano", um dia em que não se devia trabalhar. Era chamado o dia da hora porque ao meio-dia, tudo parava, "as águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão não leveda e as folhas se cruzam".

Era nessa hora que se colhiam as plantas para fazer o ramo da espiga e também se colhiam as ervas medicinais.

Cada elemento que compõe o ramo simboliza um desejo:

- A espiga = o desejo que haja pão, que nunca falte comida.

- folhas de oliveira = que haja paz (a pomba da paz traz no bico um ramo de oliveira) e que nunca falte a luz (divina). (Dantes as pessoas alumiavam-se com lamparinas de azeite)

- Flores (malmequeres, papoilas, etc.) = que haja alegria (simbolizada pela cor das flores

- o malmequer = ouro e prata

- a papoila = amor e vida

- o alecrim = saúde e força

O ramo é guardado ao longo de um ano, até ao Dia de Espiga do ano seguinte, pendurado dentro de casa, atrás da porta.

Retirado da página 

02
Mar20

A Grande Solidão

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SINOPSE

 

1974, Alasca. Indómito. Imprevisível. E para uma família em crise, a prova definitiva. Ernt Allbright regressa da Guerra do Vietname transformado num homem diferente e vulnerável. Incapaz de manter um emprego, toma uma decisão impulsiva: toda a família deverá encetar uma nova vida no selvagem Alasca, a última fronteira, onde viverão fora do sistema. Com apenas 13 anos, a filha Leni é apanhada na apaixonada e tumultuosa relação dos pais, mas tem esperança de que uma nova terra proporcione um futuro melhor à sua família. Está ansiosa por encontrar o seu lugar no mundo. A mãe, Cora, está disposta a tudo pelo homem que ama, mesmo que isso signifique segui-lo numa aventura no desconhecido. Inicialmente, o Alasca parece ser uma boa opção. Num recanto selvagem e remoto, encontram uma comunidade autónoma, constituída por homens fortes e mulheres ainda mais fortes. Os longos dias de verão e a generosidade dos habitantes locais compensam a inexperiência e os recursos cada vez mais limitados dos Allbright.

À medida que o inverno se aproxima e que a escuridão cai sobre o Alasca, o frágil estado mental de Ernt deteriora-se e a família começa a quebrar. Os perigos exteriores rapidamente se desvanecem quando comparados com as ameaças internas. Na sua pequena cabana, coberta de neve, Leni e a mãe aprendem uma verdade terrível: estão sozinhas. Na natureza, não há ninguém que as possa salvar, a não ser elas mesmas. Neste retrato inesquecível da fragilidade e da resiliência humana, Kristin Hannah revela o carácter indomável do moderno pioneiro americano e o espírito de um Alasca que se dissipa - um lugar de beleza e perigo incomparáveis. A Grande Solidão é uma história ousada e magnífica sobre o amor e a perda, a luta pela sobrevivência e a rudeza que existe tanto no homem como na natureza.

 

KRISTIN HANNAH

 

Kristin Hannah nasceu em 1960 no sul da Califórnia. Aos 8 anos a família mudou-se para Western Washington. Trabalhou em publicidade, licenciou-se em Direito e trabalhou alguns anos em advocacia, em Seattle. Quando a gravidez a obrigou a ficar de cama durante vários meses, Kristin retomou uns textos antigos que tinha escrita em parceria com a falecida mãe, que sempre dissera que ela seria escritora. O marido encorajou-a e assim que o filho nasceu, Kristin abandonou a anterior atividade profissional e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. O primeiro êxito surgiu em 1990 e desde então que a sua profissão é escrever. A autora já publicou 19 romances. Ganhou prestigiados prémios como um "Rita Award" (Romance Writers of América) em 2004 com Between Sisters, e o National Reader's Choice. A sua obra está traduzida em várias línguas. Vive com o marido e filho na costa noroeste dos Estados Unidos.

10
Fev20

Casei com um Massai

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EXCERTOS
 
«Esta é a história dos quatro anos que passei no mato do Quénia. Na altura vivi o maior amor da minha vida e passei pelo céu e pelo inferno. Foi a minha maior luta pela sobrevivência. Uma luta que, ainda assim, eu e a minha filha vencemos.»
 
Corinne Hofmann é uma empresária suíça, filha de mãe francesa e pai alemão, que entre os 27 e os 31 anos viveu no Quénia com o seu marido massai. Aos 43 anos publicou o primeiro livro, Casei com um Massai, que se encontra há oito anos na lista dos mais vendidos da revista alemã Spiegel e foi traduzido para inúmeras línguas. Corinne publicou posteriormente mais dois títulos autobiográficos e, embora se tenha entretanto separado do marido, continua a apoiá-lo financeiramente como antes.
 
 
O relato insólito de uma história de amor que uniu uma europeia a um guerreiro Massai.A simples visão de um guerreiro Massai, «praticamente nu e carregado de jóias», levou Corinne Hofmann, uma empresária suíça de férias no Kenya, a abandonar tudo, incluindo o namorado que a acompanhava, e a lançar-se na procura obsessiva de Lketinga, membro de uma tribo Samburu, «que nunca tinha ido à escola, não sabia ler nem escrever e mal falava inglês». Corinne levou três meses a encontrar Lketinga, com quem casou. A sua casa em Barsaloi era uma «manyatta», uma cabana feita de madeira e de excrementos de vaca, e a alimentação baseava-se em carne de cabra, chá e leite misturado com sangue. Corinne teve de lidar com hábitos sociais profundamente diferentes dos seus e o valor deste testemunho reside na capacidade de nos transportar para o interior do mundo doméstico da selva africana onde aprende a ser mulher de Lketinga. Corrinne nunca deixou de ser uma empresária: passado pouco tempo, comprou uma carrinha e abriu uma pequena mercearia para alimentar a aldeia, mas problemas mecânicos, a difícil viagem até à cidade, o roubo e a corrupção tornaram a missão traumática e esvaziaram a conta bancária que tinha na Suíça. Os ataques de ciúme de Lketinga, a malária, a hepatite e a má nutrição levaram-na finalmente a fugir para a Suiça, em 1990, com a filha, Napirai.
28
Jan20

Uma Educação

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SINOPSE
 

Tara Westover cresceu a preparar-se para o Fim dos Tempos, para ver o Sol escurecer e a Lua pingar, como que de sangue. Passava o verão a conservar pêssegos e o inverno a cuidar da rotatividade das provisões de emergência da família, na esperança de que, quando o mundo dos homens falhasse, a sua família continuasse a viver.
Não tinha certidão de nascimento e nunca pusera um pé na escola. Não tinha boletim médico, porque o pai não acreditava em médicos nem em hospitais. Não havia quaisquer registos da sua existência.
O pai foi ficando cada vez mais radical com o passar do tempo, e o seu irmão, mais violento. Aos dezasseis anos, Tara decidiu educar-se a si própria. A sua sede de conhecimento haveria de a levar das montanhas do Idaho até outros continentes, a cruzar os mares e os céus, acabando em Cambridge e Harvard. Só então se perguntou se tinha ido demasiado longe. Se ainda podia voltar a casa.

Uma Educação é a história apaixonante de uma mulher que se reinventa. Mas é também uma história pungente de laços de família e de dor quando esses laços são cortados. Com o engenho dos grandes escritores, Tara Westover dá forma, a partir da sua experiência singular, a uma narrativa que vai ao cerne do que é a educação e do que ela nos pode oferecer: a perspetiva de ver a vida com outros olhos e a vontade de mudarmos.

TARA WESTOVER

Tara Westover é uma autora americana que vive no Reino Unido. Nascida no Idaho, filha de um pai que se opunha à educação pública, nunca frequentou a escola. Passou os dias a trabalhar no ferro-velho do pai ou a cozinhar para a mãe, uma herdeira e parteira autodidata. Tinha dezassete anos quando entrou numa sala de aulas pela primeira vez, e esse foi um ambiente que desde logo a atraiu. Licenciou-se pelo Trinity College, em Cambridge, em 2009, e no ano seguinte foi professora convidada pela Universidade de Harvard. Mais tarde, regressou a Cambridge, onde, em 2014, se doutorou em História.

 

22
Jan20

O que sabe o vento

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SINOPSE

«Só o vento sabe o que verdadeiramente vem primeiro.»

Anne Gallagher cresceu encantada pelas histórias do avô acerca da Irlanda. Destroçada pela morte dele, viaja até à sua casa de infância para espalhar as cinzas do avô no lago Lough Gill. Aí, invadida pelas lembranças do homem que adorava e consumida pela história que nunca conheceu, vê-se levada para uma outra época.

A Irlanda de 1921, à beira de uma guerra civil, é um sítio turbulento e instável… Mas é lá que Anne inesperadamente desperta, desorientada, ferida e ao cuidado do Dr. Thomas Smith, o homem que a resgatou do invulgar acidente que sofreu e que é tutor de um rapazinho que lhe é estranhamente familiar. Confundida por todos como a mãe perdida do rapaz, Anne adota a sua identidade, convencida de que o desaparecimento dessa mulher está ligado ao seu.

Com a tensão a escalar no país, levando Thomas a juntar-se à luta pela independência da Irlanda, Anne vê-se arrastada para o confl ito e percebe que vai ter de decidir se estará disposta a desistir da vida que conhecia por um amor que nunca pensou vir a encontrar. Mas será mesmo dela a escolha?

Numa inesquecível história de amor, a viagem impossível de uma mulher através de décadas pode mudar tudo…

 

Amy Harmon é uma autora norte-americana cujo nome consta das listas de bestsellers do Wall Street Journal, do USA Today e do New York Times.
Com um talento aguçado para criar narrativas únicas e encantadoras, já viu os seus livros traduzidos para 17 línguas, sendo reconhecida mundialmente.